Secretaria da Saúde de São Paulo dará preferência a produtos brasileiros

São Paulo, 13 de dezembro de 2016 – A ABIMO e a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo assinaram, nesta terça-feira (13), um termo de cooperação técnica com o objetivo de unir esforços para que os dispositivos médicos, odontológicos e de laboratórios produzidos no Brasil sejam utilizados em demandas da cidade de São Paulo.

A iniciativa levou em consideração a necessidade de desenvolvimento de produtos e tecnologias apropriadas às necessidades do SUS (Sistema Único de Saúde) e visa ainda promover a qualificação e a nacionalização do parque tecnológico dos hospitais do município.

Na ocasião, estiveram presentes Alexandre Padilha, secretário municipal da saúde; o secretário-adjunto e próximo secretário municipal da saúde, Wilson Pollara; Antônio Pedro Lovato, chefe de gabinete da Autarquia Hospitalar Municipal, Paulo Henrique Fraccaro, superintendente da ABIMO e membros da diretoria da Associação.

Com o acordo, a ABIMO irá colaborar com a administração municipal apoiando tecnicamente temas de interesse para o setor da indústria de dispositivos médicos, hospitalares, odontológicos e de laboratórios. “Estamos nos colocando à disposição da prefeitura de São Paulo para que, quando houver a necessidade de aquisição de equipamentos, ela tenha o Brasil como base de fornecimento e não somente produtos importados”, explica o superintendente da ABIMO. “Atualmente as empresas aqui instaladas podem atender quase 95% da demanda local, por isso pretendemos abrir o leque de informações da indústria para que a prefeitura tenha nossas companhias como referências”, acrescenta. No setor de saúde bucal as indústrias nacionais podem suprir 100% da demanda.

Para Padilha, a parceria é também uma oportunidade para dar mais espaço aos investimentos em atividades de pesquisa para a expansão de inovações em prol do setor de dispositivos de saúde. “A nossa rede de pesquisadores e colaboradores fica à disposição para o desenvolvimento de trabalhos em conjunto”, ressalta.
O futuro secretário da saúde, Wilson Pollara, disse que está à disposição da entidade para apresentar os seus planos de governo. O termo tem validade de 12 meses, que começou a contar a partir da data de assinatura.

A notícia foi destaque na coluna da jornalista Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo. Clique aqui e leia.

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