Embaixada do Brasil em Pequim orienta sobre os procedimentos burocráticos da China para importação de produtos médicos

Exigências são específicas para o contexto da pandemia da COVID-19 e oferta de equipamento de sucção de ar

O Brasil tem enfrentado dificuldades quanto à demanda de equipamentos hospitalares para o combate ao coronavírus, apesar dos esforços das indústrias brasileiras. A China é o maior produtor de máscaras e de respiradores no planeta e a pandemia da COVID-19 fez com que aumentasse a demanda mundial por esses equipamentos.

Por isso, no dia 24 de abril a ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios) recebeu um documento com informações da Embaixada do Brasil em Pequim e do Escritório Comercial do Brasil em Taipé acerca de procedimentos burocráticos exigidos pela China para importação de produtos médicos no contexto da pandemia de COVID-19 e oferta de equipamento de sucção de ar.

O documento foi enviado pelo Chefe da Divisão de Promoção e Negociação de Temas da Indústria, Marcelo Salum e traz algumas informações sobre como as empresas podem proceder para realizar essas compras.

“As orientações recebidas nos permitem entender como fazer os melhores procedimentos e também as mais seguras negociações a serem feitas com empresas chinesas nesse momento”, diz o diretor institucional, Márcio Bosio.

O material enviado destaca três canais para a aquisição de equipamentos hospitalares:

Canal Oficial (aquisição direta pelos governos); Canal Oficial para compra de empresas (aquisição para doações ou para revenda); Canal Privado (empresas comprando de empresas) e explica outras informações relevantes para que os procedimentos possam ocorrer da melhor forma possível.

Clique aqui para acessar as orientações para importações

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