CNI cria ferramenta para monitorar acordo da Organização Mundial do Comércio

São Paulo, 2 de março de 2017 – O Acordo de Facilitação de Comércio da OMC (Organização Mundial do Comércio) prevê ações para simplificar processos e reduzir atrasos na aduana e custos de exportação, de importação e no trânsito aduaneiro. Assinado em 2013, em Bali, Indonésia, passou a vigorar no dia 22 de fevereiro, com a assinatura de 112 dos 164 membros da OMC – para entrar em vigor, era necessário que dois terços dos países o ratificassem. Tendo isso em vista, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) intensificou o monitoramento no Brasil.

A OMC calcula que, quando os países fizerem as reformas previstas no tratado para reduzir a burocracia, o custo do comércio global será reduzido em 14,3%, injetando US$ 1 trilhão no comércio internacional. Por isso, o setor produtivo espera que o Brasil cumpra o acordo de forma integral e o mais rapidamente possível.

“O acordo vai alavancar e acelerar reformas no Brasil que são necessárias para dar mais competitividade. Para isso, nós criamos um mecanismo, o Facilitrômetro, para dar clareza aos compromissos que estão sendo implementados e aos que estão parados”, diz o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi.

FACILITÔMETRO

É uma ferramenta, em formato de infográfico, desenvolvida pela CNI para mostrar de forma fácil e acessível se o Brasil está cumprindo os artigos do Acordo de Facilitação de Comércio da OMC. A infografia será atualizada frequentemente para que o setor privado possa acompanhar o empenho do governo brasileiro em reduzir a burocracia e o custo no comércio exterior.

 

 

 

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