Brazilian Health Devices define seus mercados-alvo para período de 2019 a 2021

Foram estipulados os mercados prioritários e secundários para as verticais médico-hospitalar, de laboratório, reabilitação e odontologia

Seguindo seu plano estratégico de estímulo à internacionalização da indústria de saúde brasileira por meio de ações prospectivas e comerciais em todos os continentes, o Brazilian Health Devices, projeto setorial executado pela ABIMO em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), acaba de definir seus mercados-alvo para o período entre novembro de 2019 e outubro de 2021.

A definição, feita em parceria com as empresas associadas à ABIMO e participantes do projeto setorial, visa estabelecer os territórios que oferecem as melhores perspectivas de negócios para a indústria nacional, como explica Rafael Cavalcante, coordenador de acesso a mercados da ABIMO. “Essa priorização é importante tanto para o melhor andamento do projeto quanto para as empresas, que, muitas vezes, deixam de concentrar seus esforços nas nações que oferecem mais oportunidades, tornando a expansão mais lenta”, pontua.

Até 2021, para os setores médico-hospitalar, de laboratório e reabilitação, os países definidos como prioritários foram África do Sul, Arábia Saudita, Colômbia, Egito, Emirados Árabes, Indonésia, México e Rússia. Já as nações secundárias apontadas foram Argentina, Espanha, Nigéria, Países Baixos, Quênia e Tailândia.

Para a vertical de odontologia, os mercados prioritários serão Argélia, Colômbia, Estados Unidos, Indonésia, Irã, México, Rússia e Turquia; os secundários serão Austrália, Costa Rica, Egito, Marrocos, Polônia e Singapura.

“As empresas fizeram suas escolhas priorizando países do norte da África, Oriente Médio e Ásia em detrimento à maioria das nações latino-americanas, muito presentes nos últimos convênios do projeto setorial. Podemos atribuir essa escolha ao fato de que a indústria já está mais madura e entende, assim, estar menos dependente do projeto para ações de comércio junto aos países vizinhos, que oferecem mais facilidades devido à menor distância geográfica e também à maior semelhança cultural e de idioma”, finaliza Cavalcante.

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