Governo Federal precisa assumir as rédeas do planejamento de uma futura vacinação no Brasil


Ministério da Saúde tem tudo a aprender com os erros que cometeu, no enfrentamento da pandemia
Um provérbio atribuído a um conselheiro da dinastia Shang, a segunda do povo chinês (1600 a.C — 1046 a.C), diz que “Os sábios aprendem com os erros dos outros, os tolos com os próprios erros e os idiotas não aprendem nunca.”

Indo direto ao assunto: já está mais do que na hora do governo brasileiro – e estou me referindo ao poder central, aqui em Brasília – assumir as rédeas para a nova fase que se avizinha, possivelmente, até meados do ano que vem.

É que pelas experiências mundo afora, ali pelo mês de junho, boa parte da população brasileira – axolá! – estará sendo vacinada contra o coronavírus. E estamos falando de 200 milhões de pessoas. 200 milhões de seringas, a mesma quantidade de agulhas, chumaço de algodão, álcool, cadernetas, carimbos e uma infinidade de insumos necessários.

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Qual é o desafio? Concentrar compras. A coluna do competente jornalista Fernando Castilho, aqui mesmo no portal NE10, leva em consideração uma advertência da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (ABIMO), para que “os governos estejam preparados para se adiantar a essa nova necessidade, considerando as quantidades e a periodicidade de doses que a vacina aprovada irá demandar”.

Além do mais, se no passado o país cometeu erros como na compra de ventiladores e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), agora, é hora de deixar a arrogância de lado, chamar os governos estaduais para uma conversa e já começar a fazer reservas nos principais fabricantes dessas importantes insumos.

Voltando aos chinês eu faço um alerta lembrando que o Ministério da Saúde tem tudo a aprender com os erros que cometeu, no enfrentamento da pandemia. Que não se junte aos idiotas, que nada aprendem.

Pense nisso!

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