Diabetes: Laboratório portátil facilita o acompanhamento e detecta doença com maior facilidade


Exame realizado em farmácias com apenas duas gotas de sangue possibilita paciente receber resultado em 15 minutos através do celular

Desde o início da pandemia do coronavírus, a preocupação com pessoas que fazem parte do grupo de risco aumentou, uma vez que essas pessoas correm mais risco de desenvolver a forma grave da doença. Entre esses integrantes estão as pessoas com diabetes, principalmente aquelas que apresentam um mau controle metabólico. Entre esses integrantes estão pessoas com diabetes, principalmente quando há mau controle metabólico que aumenta a vulnerabilidade.

O diabetes é uma doença crônica não transmissível (DCNT), na qual o corpo não consegue produzir insulina (hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue) ou não consegue empregá-la de forma adequada. Por esse motivo, o nível de glicose no sangue das pessoas com diabetes fica alto, o que leva à hiperglicemia. Atualmente, mais de 13 milhões de brasileiros são diagnosticados com a doença, isso é cerca de 6,9% da população brasileira que sofre com diabetes tipo 1 ou tipo 2. Nos últimos dois anos, o Brasil teve um crescimento de 31% na população com diabetes, dados divulgados pela Federação Internacional de Diabetes.

As pessoas com o quadro de diabetes correm um maior risco de desenvolver a forma grave da COVID quando já possuem uma longa história de diabetes, mau controle metabólico, presença de complicações, doenças concomitantes e especialmente idosos estão nesse grupo de maior risco.

Na verdade, não se trata apenas de uma única doença, mas de um conjunto com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por, principalmente, duas diferentes situações: diabetes tipo 1 e tipo 2.

Enquanto o tipo 1 da doença é genético, hereditário, que concentra entre 5% e 10% do total de pessoas com diabetes no Brasil, o diabetes tipo 2 é associado à idade e a hábitos de vida ruins, como o sedentarismo, tabagismo e uma dieta desequilibrada. O aumento dos casos de diabetes no país é uma constatação de que a população desconhece os riscos da doença e os métodos de prevenção.

Bernardo Almeida, médico infectologista e chief medical officer da Hi Technologies, explica as diferenças entre os tipos de diabetes. No tipo 1, apesar de poder ocorrer em qualquer idade, são mais comuns em crianças, adolescentes e adultos jovens. Já o tipo 2 concentra cerca de 90% dos casos e, apesar de acometer mais pessoas acima de 40 anos, há uma tendência global de ocorrência em pessoas cada vez mais jovens em decorrência da obesidade e estilo de vida.

“O diabetes é uma doença séria, onde a prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento constante são fatores críticos. Ter uma alimentação balanceada, praticar atividades físicas e acompanhamento médico, auxilia no controle da doença e permite que a pessoa com diabetes tenha uma vida normal e saudável,” explica Almeida.

Antes de chegar ao diabetes, o indivíduo geralmente apresenta o pré-diabetes, que é quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas ainda não estão elevados o suficiente para caracterizar diabetes. “O pré-diabetes é um sinal de alerta do corpo que ainda pode ser revertida, evitando assim a evolução da doença e de futuras complicações”, conclui o médico infectologista.

O Hilab, laboratório portátil da Hi Technologies realiza além do exame de Glicemia, o exame de Hemoglobina Glicada, que avalia a concentração média dos últimos 3 – 4 meses de glicose no sangue, assim, auxilia no diagnóstico de pré-diabetes e de diabetes. De forma simples e fácil, o paciente descobre em minutos se pode ou não ter a doença. Disponível em farmácias de todo o Brasil, o Hilab realiza exames laboratoriais com apenas algumas gotas de sangue e entre 15 a 20 minutos, o paciente receberá o resultado do exame no próprio celular.

“Preços acessíveis e resultados rápidos são maneiras de democratizar o acesso à saúde e auxiliar pacientes que precisam de acompanhamento frequente para medir nível de glicose no sangue, finaliza Almeida.

Sobre a Hi Technologies:

Fundada pelos empreendedores Marcus Figueredo e Sérgio Rogal respectivamente CEO e CTO, a Hi Technologies começou com poucos recursos, mas não fez da falta de verbas uma barreira para seguir seu propósito de reinventar a tecnologia médica, criando produtos e soluções que ajudem a democratizar o acesso à saúde. Seu carro-chefe é um inovador laboratório de “bolso” conectado à internet, o Hilab, serviço de exames laboratoriais que usa inteligência artificial para acelerar o diagnóstico médico. Este serviço foi vencedor do prêmio Inova e Saúde em 2018 pela ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos). A empresa também preza pela qualidade dos equipamentos, com certificações da ISO 9001:2015 e 13485:2016. Além de ter a Controllab como fornecedora de ensaios de proficiência e controles internos. Entre seus investidores, estão a Positivo Informática, a Qualcomm Ventures e a monashees.

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