Balanço de casos no mundo


Coronavírus. Mais de 20 milhões de casos da Covid-19 já foram registrados no mundo, mais da metade deles nas Américas, segundo último balanço. Desse total, 733.842 pessoas morreram. Mais de quatro em cada dez casos estão nos Estados Unidos, com 5,075 milhões de casos, e no Brasil, com 3,057 milhões de casos respectivamente.

O TEMPO BELO HORIZONTE| TERÇA-FEIRA, 11 DE AGOSTO DE 2020 | 9

Faltadeseringas podeprejudicar aimunização

Alertadaindústria visa evitar problemas logísticos quando sair vacinacontraCovid

¬ DA REDAÇÃO

¬ Questões sobre falta de insumos hospitalares, como seringas e agulhas, para uma vacinação em massa, como a que se espera contra a Covid-19, já estão sendo ponderadas pela indústria desses itens. Segundo o superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (Abimo), Paulo Henrique Fraccaro, em entrevista à jornalista Mônica Bergamo, do jornal “Folha de S.Paulo”, o segmento tem capacidade de produção máxima de1,5bilhã o de seringas por ano, e o governo não pode eliminar outras campanhas, como a do sarampo, para direcionar toda a produção para a Covid-19. De acordo com Fraccaro, uma vacinação para os 210 milhões de brasileiros pode precisar de, no mínimo, 300 milhões de seringas no período de três a quatro meses. No entanto, a capacidade produtiva atualmente é de 50 milhões em cinco meses. Por isso, Fraccaro já cobra agilidade por parte do Ministério da Saúde, que supervisionará a potencial produção e distribuição das vacinas de Oxford e da AstraZeneca, e do governo de São Paulo, que monitora a Coronavac, do laboratório chinês Sinovac. Ontem, o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, afirmou que não há previsão de falta de seringas e que já há uma licitação aberta para a aquisição de mais 30 milhões de seringas a fim de se evitar o desabastecimento. Em comunicado, o Ministério da Saúde disse que “as aquisições de seringas e agulhas serão compatíveis com a necessidade de cobertura populacional”, diz nota.

Segunda dose de vacina

Aplicação. A Anvisa autorizou ontem que voluntários da vacina de Oxford contra a Covid-19 recebam a segunda dose da imunização. Segundo a decisão, publicada no “Diário Oficial da União”, os voluntários que já receberam a primeira dose devem tomar o reforço entre quatro e seis semanas depois da primeira aplicação. As informações são do portal de notícias G1.

Ministério da Saúde garantiu que aquisições de seringas e agulhas será compatível com a população